Acácio, meu filho! Obrigado pelos papos e pelas tentativas, mas acho que eu converto você primeiro. Valmir, sábado espero estar aí... amo vocês.
Bi! Não seria justo terminar isso sem te dizer nada. Esse blog, na verdade, só existiu até aqui por sua causa, por sua insistência em mexer em template, em aprender tudo o que me causa horror. Muito do que escrevi, significados, a falta deles, músicas, idéias, sugestões, foram compartilhados e eu achei muito bom. Obrigado por tudo.. Eu amo você!
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Na vitrola: (emprestada do Valmir)
The end - Beatles
And in the end... the love you take is equall to the love.. you make!!
Uma semana doente. Uma semana sem poder falar. Uma semana sem atender o telefone. Uma semana de recado dos amigos. Uma semana de mau-humor. Uma semana de esperas. Uma semana sem perspectivas. Uma semana sem conter nada no estômago. Uma semana de horror. Uma semana de varanda fechada. Uma semana com medo de hospital. Uma semana sentindo cheiro de hospital. Uma semana ignorando minha irmã. Uma semana brigando com minha mãe. Uma semana de certeza de que eu não estou sozinho. Uma semana para pensar. Uma semana para saber quem tem relevância. Uma semana para querer, logo, tudo de muito bom. E eu quero essa pôrra toda aí que eu tenho direito....
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Obrigado, mesmo, aos amigos que ligaram, ainda que eu não tenha podido atender; aos que enviaram e-mail, mesmo que só agora eu tenha respondido; aos que quiseram me visitar, ainda qque eu tenha achado melhor não.... Obrigado Drê, Cyro, Rogério e Ci, Elaine, Renata, Monize, André, Buba, Márcio, Lívia Lins, Mônica, Diva, Lu, minha família... Obrigado Bibinha, Tânia e todo mundo que perdeu tempo lendo e comentando algo aqui. Esse blog termina hoje. Não tenho mais o que escrever aqui. Tudo sempre acaba...
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NA VITROLA
Pôrra nenhuma. Quebrei a vitrolinha num acesso na quinta-feira. Também não posso cantatr ainda. Mas logo fico bom e levo o violãozinho pra casa de algum amigo. Logo eu mando consertar a minha vitrolinha...
Ver através das frestas nas cortinas e vidraças da janela iluminada pelas luzes do dia. Ignorar a melodia uníssona do canto dos pássaros matinais. Levantar-se com a cara amassada, com os cabelos dispersos e o gosto ruim na boca. Dizer bom dia ao espelho enquanto rumina as verdades de tudo isso, enquanto se esquece da doçura dos sonhos de agora há pouco. Ela já não sabe se fica feliz por não ter alguém para compartilhar tudo isso. Já não sabe se fica feliz por ter a liberdade de acordar assim, sem misturar ou alterar seus humores. Encara sua própria verdade no espelho. Ela vai mentir sorrisos. Vai maquiar o dia de esperanças na tentativa de se encontrar diferente do que vê no reflexo: Espelho, espelho meu... Na verdade, talvez, ela apenas não tenha acordado ainda! Então... acorde, anjo.
(Baseado em Conto de Márcia Midori)
Era um olhar que surgia de fora para dentro, buscando imagens do sagrado centro e de contínuos despertares e anônimas traduções. Aparecia como um galpão abandonado, apenas pela suave claridade da lua penetrado. E às vezes, se confundia ainda mais com o interior iluminado de antigas igrejas banhado por luzes que atravessam os vitrais, como se os raios coloridos fossem a dialogar tão próximos dentro da harmonia e do frescor que surge breve, ameno e leve. Contido em um vento que nasce mais ao norte, que romperá as portas quando vier mais forte edificando internos alicerces e fortificando minhas raízes.
(Carlos Costa)... falando para Renata Kulpa
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NA VITROLA
Black Sabbath - Changes
( I'm going through changes )